Se você tem lido sobre Epitalon e quer uma única página com o essencial — definições, contexto, como se estuda e as perguntas recorrentes — é esta.
Atualizado em 2025-08-14. Números e descrições seguem a literatura publicada, não o material promocional.
=== As mudanças de Augusto === Como os anos bissextos, depois da morte de Júlio César não foram contados correctamente de 4 em 4 anos, mas de 3 em 3 anos, o imperador Augusto, também na qualidade de pontífice máximo determinou que a partir do ano 12 a.C. não houvesse anos bissextos até ao ano 8 d.C., para compensar os dias bissextos introduzidos a mais. Após o ano 8 d.C., os meses organizaram-se da seguinte forma:
Fontes: pt.wikipedia.org
=== Homenagem a Augusto === Também o senado romano, em homenagem ao imperador Augusto, modificou o nome do mês Sextilis (mês de 30 dias) para Augustus. Mas para que o mês não ficasse mais pequeno do que o dedicado a Júlio César, foram feitas alterações no tamanho dos meses, passando um dia de fevereiro para agosto. Assim, o mês de fevereiro passou de 29 para 28 dias, e agosto passou de 30 para 31 dias, mantendo-se nos demais meses até ao fim do ano a alternância entre 30 e 31 dias.
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== Medida do ano juliano == O calendário juliano tem por base uma medida do ano solar de 365 dias e 6 horas, um valor muito prático, que determina a introdução do dia bissexto de 4 em 4 anos, resultante da acumulação de 6 horas por ano. Este valor de 365,25 dias ou 365 dias e 1/4 é um valor que está muito próximo do valor do ano trópico, mas é ligeiramente superior e mais próximo do ano sideral. O valor do ano solar foi estudado por numerosos astrónomos da Babilónia, do Egipto e da Grécia que a pouco e pouco foram apresentando valores do ano solar com menos alguns minutos por ano. Por exemplo, Ptolomeu verificou no ano 312 que a duração do ano continha 365 dias e um quarto, menos uma tricentésima parte do dia, isto é, menos 4 minutos e 48 segundos e indicou-o no tratado do Almagesto.
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== Calendário cristão == O calendário juliano era o calendário em uso no império romano no tempo da vida de Cristo e assim foi naturalmente usado como base de cálculo da Páscoa pelos cristãos. No século IV, por ocasião do Primeiro Concílio de Niceia o Equinócio da Primavera ocorria por volta do dia 21 de Março. A partir do século XIII, as observações astronómicas e o cálculo da medida do ano solar mostraram que o Equinócio da Primavera ocorria vários dias antes da data considerada fixa de 21 de Março. A necessidade de uma correcção e a mudança para o calendário gregoriano foi antecedida de debates ao longo de três séculos. O calendário juliano foi oficialmente reformado em 1582, pelo papa Gregório XIII, dando origem ao calendário gregoriano que foi adotado progressivamente por diversos países, e hoje é utilizado pela maioria dos países ocidentais. Para a entrada em vigor do Calendário gregoriano, a seguir ao dia 4 de outubro de 1582, foram suprimidos os 10 dias acumulados no calendário juliano e, para que não voltasse a ocorrer o mesmo erro, mudou-se a regra do ano bissexto. Este calendário gregoriano foi adotado por países onde a Igreja Católica era predominante. Entretanto, a Igreja Ortodoxa não aceitou esta mudança, optando pela permanência no calendário juliano, o que explica hoje a diferença de 13 dias entre estes dois calendários. A seguinte cronologia permite identificar as datas de adopção do calendário gregoriano em vários países.
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Epitalon é resumido aqui a partir de literatura pública: definição, contexto e pontos recorrentes na prática. Informação geral, não aconselhamento médico.
A pesquisa sobre Epitalon apoia-se sobretudo em estudos de laboratório e modelos animais; dados clínicos variam conforme a substância.
Pureza e análise (HPLC, espectrometria de massa), reconstituição correta e armazenamento adequado são decisivos.%!(EXTRA string=Epitalon)
Nem todos os mecanismos estão demonstrados e um estudo isolado não é evidência global. As questões abertas são sinalizadas.%!(EXTRA string=Epitalon)